Brasilianische Verteilschriften
Wer freut sich nicht über einen persönlichen Brief mit einer liebevollen Einladung? Wussten Sie, dass die Bibel als Brief Gottes an uns bezeichnet werden kann? In ihr spricht uns Gott eine Einladung ganz besonderer Art aus. Über die Wahrheit der Bibel gibt es zuweilen heftige Diskussionen. Jede Debatte über die Herkunft und das Wesen der Bibel bleibt letztlich wertlos, wenn das Wort Gottes uns nicht zur persönlichen Anrede wird. Selbst dem flüchtigen Leser der Bibel fällt sofort auf, dass das gesamte Neue Testament Briefcharakter trägt. Gott, der Urheber dieses Briefes, sendet ihn uns aus einem einzigen Grund: Er möchte die Menschen, die sich im Sündenfall von ihm entfernt haben, zurückgewinnen. Er möchte, dass keiner verlorengeht und startete mit dem Kreuz von Golgatha die größte Rettungsaktion der Weltgeschichte. Dieses Traktat eignet sich besonders gut zur Weitergabe an suchende Menschen! O melhor convite do mundo Deus nos manda uma carta de amor Quem não gosta de ganhar um convite bem carinhoso? Uma carta cheia de palavras amorosas? Uma mensagem sincera? Você sabia que a Bíblia é uma carta de amor que Deus envia a nós, um convite muito especial e bem particular para você e para mim? Muito se tem discutido se a Bíblia é verdadeira ou não. Mas todo e qualquer debate sobre a origem e o caráter da Bíblia acabará sendo inútil se a Palavra de Deus deixar de ser um convite pessoal a cada um de nós. Com a Bíblia Deus, se dirige aos homens. Até o leitor mais superficial logo perceberá que todo o Novo Testamento tem muita relação com cartas. De seus 27 livros, 21 são claramente uma correspondência com cristãos romanos, coríntios ou gálatas. E como vemos nos primeiros versículos do evangelho de Lucas e de Atos dos Apóstolos, esses livros da Escritura também foram redigidos em formato de carta. O último livro da Bíblia também contém diversas cartas breves, conhecidas como as cartas às igrejas do Apocalipse (Apocalipse 2 e 3). Não por acaso, os evangelhos de Jesus Cristo foram transmitidos a nós em formato de carta. Uma carta não é um amontoado de fórmulas nem rígido um código de leis. Cartas não são livros-texto enfileirando fatos como uma enciclopédia. Uma carta é a comunicação escrita mais pessoal e mais individual do seu remetente. Quem se corresponde geralmente se conhece e compartilha seus sentimentos, suas alegrias e tristezas. Um participa da vida do outro, e a troca de confidências demonstra interesse e amor recíproco. O Novo Testamento, a Bíblia toda é uma carta de amor escrita por Deus para nós. Deus nos ama e nos conhece profundamente, e por isso fala conosco por meio das páginas das Escrituras Sagradas: Deus sabe quando estamos desesperançados, Ele sempre percebe quando precisamos de palavras de ânimo, consolo e encorajamento. Ele conhece os perigos à nossa frente, e por isso nos alerta, guia e orienta. Ele sabe quando a culpa e o pecado deixam nosso coração pesado, e por isso fala do Seu perdão. Ele sabe muito bem que nós, homens e mulheres, andamos errantes e sem rumo pela vida, e por isso nos mostra um alvo eterno a ser alcançado. Ele conhece toda a nossa perdição, e por isso nos oferece a vida eterna. Suas palavras são sempre claras, diretas e solucionam nossas questões existenciais. Por isso a Palavra de Deus, a Bíblia, deveria ser lida com muito amor, sempre em atitude de oração. Quem se aproximar da Bíblia em humilde oração será ricamente abençoado. Quem a ler com espírito crítico sairá de mãos abanando. O propósito de Deus Deus é o autor dessa carta de amor e a envia a nós com um único propósito: quer ganhar de volta para si os homens que se afastaram dEle porque caíram em pecado. Ele não quer que ninguém se perca, e com a cruz de Gólgota desencadeou a maior ação de busca e salvamento da história. A ponte até a casa do Pai foi construída por Jesus. E agora Ele procura, entre nós, pessoas que sirvam como placas de sinalização, apontando o caminho certo e mostrando aos outros onde encontrar a salvação. Deus precisa de cooperadores, pessoas que orem e aconselhem e cooperem no propósito de levar muitos outros à alegria que só Deus pode dar. Ele precisa de pessoas que semeiem esperança em um mundo cheio de medo, desânimo e desespero. Ele busca pessoas que levem Seu amor a um mundo cheio de ódio, conflitos e tensões. Ele procura por missionários que anunciem o Evangelho no lugar onde vivem e missionários que vão até os confins da terra. Ele busca por mestres, pastores e evangelistas. Ele procura por homens que preguem Sua Palavra e escrevam sobre Seu amor. Resumindo, para Deus ninguém está sobrando. Com Deus ninguém fica desempregado. O remetente da carta espera por nossa resposta Quando colocamos uma carta no correio ficamos ansiosos pela resposta. Deus espera muito mais por uma resposta nossa! Ele mostrou seu amor por nós não apenas escrevendo uma carta. Ele provou todo o seu amor através de um ato, pois deu seu Filho amado por nós. O preço do resgate de nossos pecados era extremamente alto: Jesus Cristo “entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai” (Gálatas 1.4). Fomos resgatados por um preço altíssimo, que foi o sangue de Cristo (1 Pedro 1.19). A carta aos Hebreus nos faz pensar, pois pergunta: “Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?” (Hebreus 2.3). Portanto, Deus espera por nossa resposta pessoal. Como reagimos diante de sua oferta de salvação? Podemos responder orando, falando com Deus, confirmando que recebemos sua carta e dizendo que entendemos sua mensagem. Podemos declarar que agarramos a mão estendida de Jesus, que clamamos por seu Nome e que Ele será nossa salvação (Romanos 10.13). Sinalizamos o recebimento da carta de amor de Deus agradecendo e louvando a Ele. Se continuarmos lendo a carta de Deus, a Sua Palavra registrada na Bíblia (Josué 1.8), se nossa vida for dirigida pelo que ela ensina, nós mesmos nos tornaremos cartas abertas, lidas por todos: “Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens, estando já manifesta como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2 Coríntios 3.2-3). Que os outros, ao leram a carta que é a nossa vida, sintam-se convidados para se achegar a Deus. Só quando lemos a Bíblia como carta de amor de Deus escrita para nós é que estamos em profunda ligação com Ele. Saber é bom, amar é melhor. Jesus fala desse relacionamento de amor em João 10.27-28: “As minhas ovelhas conhecem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão”. Quem já ouviu a voz do Bom Pastor sabe que ela é inimitável. Quem segue esse Pastor passou da morte para a vida e a eternidade será sua possessão. Somos esperados! Durante nossa vida recebemos muitos convites. Tudo começa na infância, com as festinhas de aniversário. Depois vêm as festas de formatura, convites para casamentos e jantares. Existem convites muito disputados como para uma recepção de Estado, para a cerimônia do prêmio Nobel, para a coroação de um rei. De todas essas festas podemos dizer que Duram pouco, às vezes só um dia ou algumas horas. Quanto mais exclusiva a festa, mas valorizamos o convite. O número de convidados geralmente é limitado. A Bíblia nos conta de um convite para uma festa especial. Diferente das festas que conhecemos, essa é uma festa eterna, pois durará para sempre. O anfitrião é o mais elevado e mais nobre que se posse imaginar: o próprio Deus nos convida para Sua festa! Ele celebra uma grande festa de casamento, uma festa de alegria. Isso é o céu: alegria sem fim, comunhão eterna com Deus, para sempre na presença de Jesus. O céu não é, portanto, alguma situação ideal do mundo, algum povo especial ou uma forma de governo muito boa e justa, muito menos uma vida de eremita em um mosteiro isolado. O céu não é isso. Todas essas coisas são produtos da mente humana. Deus quer nos dar vida, e vida em abundância aqui na terra, como uma antecipação da perfeição que teremos no céu. Na eternidade a alegria será tão perfeita, tão plena e tão inimaginável que Paulo só conseguiu expressá-la assim: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Coríntios 2.9). Em Lucas 14.16-24 encontramos uma descrição ilustrativa desse convite ao céu: “Certo homem dava uma grande ceia, e convidou a muitos. E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: vinde, porque tudo já está preparado. Mas todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e preciso ir vê-lo; rogo-te que me dês por escusado. Outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me dês por escusado. Ainda outro disse: Casei-me e portanto não posso ir. Voltou o servo e contou tudo isto a seu senhor. Então o dono da casa, indignado, disse a seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois disse o servo: Senhor, feito está como o ordenaste, e ainda há lugar. Respondeu o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e obriga-os a entrar, para que a minha casa se encha. Pois eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia.” 1. Quem é convidado? O convite de Deus é para todos. Ninguém fica de fora. Essa é a parte incrível da história: ninguém é excluído. Deus valoriza cada um e considera todos dignos de receber seu convite. Deus não olha para origem ou profissão, nacionalidade ou cor da pele, idade ou educação. Não existe coração maior do que o coração de Deus! 2. Quantas vezes é feito o convite? Ele não é entregue uma vez só a cada pessoa. Deus tenta chamar as pessoas diversas vezes. Na nossa história, o convite foi feito três vezes. E o chamado a vir a Jesus Cristo sempre se refere ao tempo presente: “Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hebreus 3.7-8). 3. Como é o convite? Os três convites de Lucas 14 vão aumentando de intensidade e vão ficando mais e mais insistentes. Na primeira vez o convite é assim: “vinde, porque tudo já está preparado” (verso 17). Na segunda rodada de convites, o tom é mais insistente: “sai depressa... traze aqui” (v. 21). O último convite é mais forte ainda: “... obriga-os a entrar” (v. 23). No Novo Testamento, a palavra anagkazo aparece diversas vezes com esse sentido de uma ordem ou ordenança. Percebemos que se trata de bem mais do que um simples convite. O servo que sai para chamar as pessoas para o banquete empenha toda a sua personalidade, usa todos os meios de convencimento, fala em verdade e em amor, usa de bondade e boa educação. É persistente e perseverante. Muitas vezes os mensageiros do Evangelho precisam usar de toda a sinceridade e franqueza para salvar alguém do inferno. 4. Quantos participam da festa? No início, todos os que foram convidados para a grande ceia recusaram o convite. Não agiram assim porque estavam contra o dono da casa. Apenas tinham escolhido as prioridades erradas. Por mais triste que seja, o verso 24 descreve a amarga verdade acerca dos que rejeitaram o convite: “nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia”. Eles foram chamados mas não vieram. E então a festa aconteceu sem eles. Por terem recusado o convite, ficarão de fora para sempre. A Bíblia chama essa perdição eterna de inferno. O convite de Deus continua valendo até hoje, para cada um de nós. Qual é a sua decisão? De qualquer forma, a mesa do banquete ficará cheia. A Palavra de Deus fala que esse número total de pessoas salvas é a plenitude, um número que só Deus conhece. E então, quando o último lugar estiver ocupado, não haverá mais convites. Jeremias 8.20 relata o que dirão os que não quiseram entrar: “Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos”. 5. Por que somos convidados? A razão para o convite divino é encontrada facilmente em 1 João 4.16: “Deus é amor”. Seu ser é amor, e seu amor é a fonte de todo o amor que existe entre os homens. Em Jeremias 31.3 Deus nos fala diretamente: “Pois que com amor eterno te amei, também com benignidade te atraí”. Deus declara, Deus proclama: “não tenho prazer na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu caminho e viva.” (Ezequiel 33.11). 6. Como posso receber esse convite? Jesus Cristo é responsável pelo cartão de entrada no céu, pois foi Ele quem Deus propôs como propiciação, pela fé (Romanos 3.25), e sem Jesus ninguém vem ao Pai (João 14.6). Ele perdoa nossos pecados e nos purifica de toda injustiça se confessarmos tudo a Ele de coração sincero (1 João 1.9). Quando oramos entregando nossa vida a Jesus, quando lançamos a Ele todos os nossos pecados e erros estamos aceitando o convite porque “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, os que crêem no seu nome” (João 1.12). Somente com as vestes nupciais puras (Mateus 22,11; Apocalipse 3.4; 7.9; 7.14 e 19.8) que recebemos quando nos entregamos ao Senhor é que recebemos a licença de entrar no céu. O amor de Deus é sempre universal. Diante dele não existe partidarismo, nada de preconceito nem simpatia ou antipatia. Seu amor gostaria de receber a todos. O mundo é incrivelmente grande, mas também tem uma limitação sobre a qual a Bíblia não se cala: quem rejeita o convite, quem não se entrega ao Senhor Jesus permanecerá perdido por toda a eternidade. Corrie ten Boom (1892-1983), a conhecida autora holandesa que escreveu livros cristãos memoráveis, declarou: “Todos nós podemos ir ao céu sem saúde, sem riqueza, sem fama, sem estudo, sem educação, sem beleza, sem amigos e sem dez mil outras coisas, porém jamais chegaremos ao céu sem Jesus Cristo”. Ao ler estas linhas, se você reconheceu que Jesus Cristo é o único caminho para sua salvação e decidiu segui-lO de todo o coração a partir de agora, você pode orar as palavras a seguir ou usar suas próprias palavras para dizer a Ele: “Senhor Jesus, acabei de ler que só posso ir ao céu por meio de ti. Um dia quero muito estar no céu contigo. Por favor, salva-me do inferno. Mereço ir para lá com toda a minha culpa. Tu me amas tanto que morreste na cruz por mim, pagando o preço pelos meus pecados. Tu vês toda a minha culpa, desde a minha infância. Tu conheces cada pecado meu, tu sabes tudo da minha vida, até aquilo que nem lembro mais. Tu conheces cada cantinho do meu coração. Estou diante de ti como um livro aberto. Sei que não posso ir ao céu assim como estou porque até hoje vivi sem ti. Eu te peço que perdoes os meus pecados. Entra na minha vida e faze tudo novo. Ajuda-me a largar tudo o que não é certo e a adquirir novos hábitos que estejam debaixo da tua bênção. Dá-me entendimento para compreender a Bíblia, a tua Palavra. Ajuda-me a compreender o que tu queres me dizer. Dá-me um coração obediente para que eu faça o que te agrada. Quero que, a partir de agora, tu sejas o meu Senhor. Quero te seguir. Mostra-me o caminho em que devo andar, mostra-me a direção que devo seguir em todas as áreas da minha vida. Te agradeço porque me salvaste, te agradeço porque agora sou filho teu e te agradeço porque estarei no céu contigo. Amém.” Dr. Werner Gitt
Jesus – an ihm scheiden sich die Geister, und an ihm scheiden sich auch Lebenswege. War er nur ein Religionsgründer unter vielen anderen, ein Sozialreformer oder ein vorbildlicher Mensch, der bereit war, für seine Idee zu sterben? Ja, dann können wir ihn getrost beiseitelassen. Ist er aber Gottes Sohn, der vom Himmel kam, um uns durch Kreuz und Auferstehung das ewige Leben zu geben, dann hat er für uns die allergrößte Bedeutung. Würden wir ihn ablehnen, dann wäre das am Ende unserer Tage die größte Katastrophe, nämlich der Verlust des ewigen Lebens.
Es gibt wohl kaum eine Frage, die Menschen so sehr beschäftigt, wie gerade diese. Insbesondere taucht sie dann auf, wenn es um Gott geht. Für viele gilt: Wenn es einen liebenden und allmächtigen Gott gibt, dann dürfte es in dieser Welt kein Leid und keinen Tod geben! Ist diese Behauptung zutreffend? Logisch betrachtet kann es vier verschiedene Antworten auf die Frage geben, warum Gott Leid und Tod in dieser Welt zulässt: 1) Entweder will Gott das Leid beseitigen, aber er kann es nicht,2) oder er kann es und will es nicht,3) oder er kann es nicht und will es nicht,4) oder er kann es und will es. Doch welche Antwort ist die richtige? Genau das werden wir jetzt klären! Por que existe tanto sofrimento no mundo? Provavelmente não há outra dúvida que preocupe mais as pessoas do que saber a razão de seus sofrimentos. Por que todos devem morrer? Eis a questão. Sempre que se fala em Deus, essa pergunta aparece. Para muitos, o assunto é bem simples: se existe um Deus bondoso e todo-poderoso, então não deveria haver nem dor nem sofrimento e muito menos a morte neste mundo! Será que essa afirmação está correta? Siga o raciocínio: Quatro possibilidades lógicas Primeira possibilidade: Deus quer acabar com o sofrimento mas não pode fazer isso. Segunda possibilidade: Deus pode mas não quer. Terceira possibilidade: Deus não pode e não quer. Quarta possibilidade: Ele pode e quer. Então, qual a opção certa? É a resposta a essa pergunta que tentaremos encontrar agora! Morte e sofrimento estão em todos os lugares O sofrimento e a morte são companheiros constantes na jornada humana sobre a terra. Ouvimos falar de catástrofes naturais, terremotos e furacões, enchentes e desastres, naufrágios e acidentes aéreos. Alguns desses males são causados de propósito, outros são involuntários, e muitos escapam de qualquer interferência humana. Mas conhecemos casos concretos em que pessoas causaram grandes males por vontade própria. Basta pensar no ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001 com quase 3.000 vítimas. Também lembramos os ataques suicidas de terroristas islâmicos que custam a vida de tanta gente. O massacre de Paris, em novembro de 2015, acabou brutalmente com a vida de 130 homens e mulheres. Além das manchetes anunciando eventos apavorantes, cedo ou tarde cada um de nós experimenta particularmente o sofrimento que vem da rejeição, de perdas, doenças, acidentes ou morte. Muitos recém-nascidos têm má-formação ou morrem depois de poucos dias de vida. E quando os fardos se tornam pesados demais, as pessoas culpam a Deus. Para solucionar a questão do sofrimento, eu gostaria de começar contrapondo duas concepções históricas diferentes: Duas interpretações antagônicas Interpretação 1: A concepção evolucionista: Segundo esta concepção, a terra tem milhões de anos e a morte é companheira constante em nossa jornada pela história. Sofrimento e morte passam a ser aliados na “criação” de nova vida, já que a vida só evoluiria pela morte dos menos aptos. O microbiólogo alemão Reinhard Kaplan escreveu neste contexto: “Morrer e envelhecer estão “embutidos” e representam sofrimento para o indivíduo, especialmente para os humanos, mas esse foi o preço a pagar para que a evolução pudesse de fato criar nossa espécie”. Interpretação 2. A fé em um Criador: A Bíblia diz que Deus é o Criador. E esse Criador afirmou que tudo o que fora criado era “muito bom”, expressão usada uma única vez (veja Gênesis 1.31). Essa avaliação abrange toda a criação, incluindo os primeiros homens, Adão e Eva. Eles caíram em pecado porque desobedeceram a Deus e, com isso, trouxeram a morte, o sofrimento e a enfermidade para suas vidas. Entrava em ação a lei que diz que “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6.23). Pecado e morte estão intrinsecamente ligados. O pecado trouxe um intruso para um mundo que até então era perfeito e bom, e esse intruso foi a morte. Desde então, toda a criação está entregue ao declínio e à transitoriedade. Tudo se tornou perecível e passageiro, tudo se corrompe e se acaba. Pergunta: Qual das duas concepções é a certa, a evolucionista ou a bíblica? Pela lógica, uma delas tem que estar errada! Nas células dos seres vivos encontramos uma quantidade quase inimaginável de informação. Ela é necessária para a formação de todos os órgãos e a condução de todos os processos vitais. Mas a informação não pode surgir sozinha a partir da matéria morta. Todo o edifício da concepção evolucionista pode ser derrubado se tão somente aplicarmos nele as leis básicas da informação. Toda e qualquer informação pressupõe e exige um emissor, uma fonte inteligente. Isso nos leva a excluir a primeira interpretação, aquela que diz que a vida surgiu por acaso, por meio de processos evolutivos lentos. Resta-nos a segunda perspectiva, que diz que toda a vida tem um Criador. Voltamos ao relato bíblico. Já vimos que a causa do sofrimento e da morte é o pecado dos homens, desde os tempos de Adão. Isso explica todo o sofrimento que existe no mundo. Toda doutrina que pretende explicar o mundo sem partir da queda do homem está edificada sobre fundamentos falsos. Precisamos admitir: é por culpa nossa que o mundo está como está! Deus age nas catástrofes Concluímos que a morte e o sofrimento são consequências do pecado. Mas como ficam as catástrofes naturais onde o homem não está envolvido? Penso nas grandes enchentes dos últimos anos e lembro de Jó 12.15: “Se Deus retém as águas, elas secam; se as larga, devastam a terra”. A declaração de Amós 3.6 é ainda mais drástica: “Sucederá algum mal à cidade sem que o Senhor o tenha feito?”. Encontramos palavras semelhantes em Isaías 45.5a e 7: “Eu sou o Senhor... Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas”. Ficamos admirados quando percebemos que Deus é o causador de desastres e calamidades. Num primeiro momento, essa afirmação nos espanta. Segundo o texto bíblico, Deus não apenas permite o mal, Ele é seu causador. Isso não combina muito bem com nossa idéia de um Deus meigo e bonzinho. Mas raciocinemos com clareza: o próprio Deus mandou vir o Dilúvio, afogando cruelmente milhões de pessoas. Esse mesmo Deus aplicou Seu juízo sobre os amalequitas, mandando aniquilar o povo todo (1 Samuel 15.2-3). Esse mesmo Deus declara sua sentença de condenação sobre os ímpios (Apocalipse 21.8). Mesmo assim, Ele é o amor em Pessoa (1 João 4.16). Ele também é o mesmo Deus que “enviou seu Filho Unigênito ao mundo, para vivermos (eternamente!) por meio dele” (1 João 4.9). O sofrimento de cada um A Bíblia ensina que o sofrimento, inclusive o pecado, faz parte do panorama mundial. O sofrimento individual, por outro lado, nem sempre está relacionado com pecado pessoal. Cuidemo-nos, para não dizer aos doentes e aos que sofrem que sua situação é culpa de seu próprio pecado. Deus permitiu o sofrimento de Jó mesmo ele sendo um homem justo. Jó, o homem mais justo de sua época, experimentou sofrimento incrível: perdeu todos os seus filhos, seus servos e todos os seus bens em um único dia. Também enfrentou uma doença muito dolorosa. Deus não explicou a Jó a razão específica de seu sofrimento, mas até hoje permite que os leitores do livro de Jó se tornem “testemunhas oculares” de cenas extraordinárias que aconteciam nos bastidores celestiais. Jó nem fazia idéia de tudo o que estava acontecendo sem ele saber. Mas Deus não revelou a Jó, nem revela a nós as razões que O levaram a permitir que Jó sofresse tanto. São bem raros os casos em que Deus nos diz porque alguém está sofrendo. Quando Jesus e Seus discípulos passavam por um cego de nascença, os discípulos perguntaram se a cegueira desse homem era culpa do pecado dele ou do pecado dos seus pais. Jesus explicou que o homem havia nascido cego porque através da sua cura Deus queria manifestar nele a Sua glória (João 9.1-7). Mas o Novo Testamento conta um episódio marcante em que Deus castigou imediatamente o pecado de seguidores de Jesus: Ananias e Safira caíram mortos depois de mentirem abertamente à Igreja (Atos 5.1-11). O sofrimento e a eternidade O sofrimento nunca deve ser visto dissociado da eternidade! O apóstolo Paulo encontrou razões para se gloriar de sua fragilidade, de suas enfermidades, suas dores e suas perdas. O relato de seus sofrimentos inclui tortura, açoites, prisão, apedrejamento, naufrágio, assalto, doença, fadiga, fome, sede e frio (2 Coríntios 11.16-33). Suas cartas mostram que, para nós, a vida eterna só se torna possível pela ressurreição de Jesus Cristo. Diante da grandiosidade da vida eterna, todo sofrimento encolhe e perde sua força: “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória que há de ser revelada em nós” (Romanos 8.18). Tenho um amigo que está sentindo muitas dores por causa de diversas doenças. Ele me escreveu: “Meu consolo é a eternidade. Pensar nela me faz suportar o presente!” O que Deus faz diante do sofrimento e da morte? Pessoas que acusam Deus de ficar passivo diante do sofrimento desconsideram uma verdade vital: na realidade Ele já fez tudo o que poderíamos desejar de um Deus amoroso. O Filho de Deus, Jesus Cristo, tornou-se Homem e suportou um sofrimento terrível e uma morte inconcebível – em nosso lugar! O pecado de Adão havia deixado a humanidade em um catastrófico beco sem saída, e Jesus veio para nos tirar dali, para dar um rumo e um destino às nossas vidas. Mesmo que nosso corpo morra, temos uma alma imortal porque na Criação Deus soprou Seu espírito (eterno!) em nós. Aquilo que define nosso ser existirá para todo o sempre. Se Deus não tivesse tomado nenhuma iniciativa contra o pecado, ficaríamos eternamente separados dEle e numa situação de sofrimento sem fim. Foi plano de Deus mandar Seu Filho para nós, para que Ele fosse nosso mediador. Na cruz do Gólgota Jesus tomou sobre si todos os pecados imagináveis e inimagináveis, de todos os homens de todas as épocas. Como único sem pecado, Ele tinha condições de carregar todos os pecados de todos, transpondo assim o enorme abismo que havia surgido entre os homens e Deus. Por causa dessa atitude salvadora de Jesus, Ele agora pode dar a vida eterna a cada um que crê nEle (João 1.12; Efésios 2.8-9). Todos os que crêem no Senhor Jesus Cristo, todos os que acreditam que Deus O levantou de entre os mortos e O aceitam como Senhor e Salvador passarão toda a eternidade com Deus (1 Coríntios 15.1-4). Também existe um lugar de eterna separação de Deus A Bíblia nos alerta que aqueles que não crêem em Jesus Cristo experimentarão a “segunda morte”, que é o inferno, a eterna e absoluta separação de Deus, uma existência de sofrimentos terríveis (Apocalipse 21.8). Em Mateus 25.46, em um só versículo, Jesus menciona o destino final de dois caminhos diferentes: “E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna”. Não existe contradição entre “Deus é todo-poderoso, Deus é amor” e “o mundo está cheio de mal e sofrimento”. O que Deus precisaria fazer se quisesse remover o sofrimento e a morte do mundo? Ele teria que remover a causa. E a causa é o pecado. Com isso, Ele teria que remover deste mundo a todos nós, pecadores. Se permitisse que morrêssemos com pecados não perdoados, nosso único destino possível seria o inferno. Mas Deus não quer que alguém vá para o inferno. Por isso, o plano surgido de Seu amor por nós é: Eu permito que, durante seu breve tempo de vida, os homens passem por sofrimentos e sejam confrontados com a morte, mas ouvirão a mensagem salvadora do Evangelho. Assim, eles terão a possibilidade de fugir do sofrimento eterno e poderão aceitar o convite para ir ao céu. Daí advêm duas opções, duas chances de decidir: “Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (João 3.18). Consequências para nós Depois de todas essas considerações, volto à única possibilidade lógica em relação ao comportamento de Deus diante do sofrimento humano. Será que cogitamos a segunda opção de nossa lista inicial como a resposta certa? Correto! Deus pode mas não quer remover o mal porque o sofrimento serve para nosso bem. Peça que o Senhor Jesus perdoe todos os seus pecados. Aceite-O como seu Criador e Salvador pessoal e siga-O para ter uma vida eterna, sem dor e sem sofrimento! Dr. Werner Gitt
Heutzutage bringt man die beiden Begriffe "Evolution" und "Theorie" nicht mehr zusammen - die Entwicklung des Lebens über Milliarden von Jahren gilt als erwiesen. Dass sie es nicht ist, möchte Prof. Dr. Werner Gitt in diesem Traktat beweisen. Anhand einiger konkreter Beispiele zeigt er die Schwächen der Theorie auf und führt auch ein allgemeines Argument an, das der unerklärlichen Herkunft der Information, um letztlich das "wissenschaftliche AUS" für die Evolutionstheorie zu erklären. "Rechtzeitig zu Beginn des Darwinjahres 2009 erschien am 31. Dezember 2008 in der Zeitung ,DIE ZEIT' ein doppelseitiger Artikel mit der Überschrift ,Danke, Darwin!' [...] Der eigentliche Denknotstand unserer Welt ist, dass dem wirklichen Urheber aller Dinge nicht mit Leitartikeln ,Danke, Jesus!' gehuldigt wird." Dieses Traktat eignet sich besonders gut zur Weitergabe an suchende Menschen! O Que Darwin Não Podia Saber Para celebrar o “ano de Darwin” em 2009, a revista alemã Die Zeit publicou um artigo de duas páginas com a manchete “Muito obrigado, Darwin!”, acompanhado de quatro páginas falando sobre a evolução. Esse agradecimento foi para um homem que nasceu há 200 anos. Seu “revolucionário” livro A Origem das Espécies foi publicado há 150 anos. [Naquela época, nada se sabia sobre o DNA, o armazenamento de informações genéticas e sua transmissão]. O filósofo Immanuel Kant (1724-1804) já afirmava, cheio de orgulho: “Dêem-me matéria, e dela farei um mundo”. Cinqüenta anos mais tarde, o matemático e astrônomo francês Laplace (1749-1827) vangloriava-se diante de Napoleão: “Minhas teorias não precisam da hipótese chamada ‘Deus’.” Esses e outros pais do ateísmo científico buscavam uma explicação para a origem da vida em que Deus pudesse ser descartado. A resposta aparentemente salvadora veio de Darwin, que tornou viável explicar a origem da vida “de forma natural”. Enquanto ele próprio ainda era reticente em relação às implicações de sua teoria, hoje o mundo, cada vez mais ímpio, aclama seu patrono em manchetes sem fim. Até a viagem de Darwin às ilhas Galápagos em 1835, acreditava-se no filósofo grego Aristóteles, que dizia que as espécies são imutáveis. A partir das diferentes formas de bicos de tentilhões que viviam na ilha, Darwin concluiu com acerto: espécies podem se adaptar e se modificar. Mas sua conclusão seguinte, de que toda a vida viria de uma árvore genealógica comum, não é cientificamente defensável. O próprio Darwin percebeu que uma grande fraqueza de sua teoria era a inexistência, na natureza, de fósseis de formas intermediárias. Mesmo assim, seguindo a doutrina darwinista, o homem perdeu sua posição especial atribuída pelo Criador e passou a ser apenas um ser mais evoluído no reino animal. As molas-mestras da evolução Como molas-mestras da evolução são mencionadas hoje: mutações, seleção, isolamento, longas eras, acaso, necessidade e morte. Todos esses fatores existem; porém, nenhum deles é fonte de novas informações criadoras. Mutações apenas podem modificar informações herdadas pré-existentes. Entretanto, sem as informações do DNA já disponíveis, a evolução nem pode dar a largada inicial. Mutação é, por definição, um mecanismo aleatório sem qualquer objetivo definido, de tal forma que, por princípio, não pode fazer surgir novos conceitos (por exemplo, criar órgãos). A seleção favorece os seres vivos mais aptos e faz com que sua predisposição hereditária seja passada adiante. Mas, através da seleção ocorre apenas uma escolha ou um aniquilamento de algo que já existe; nada pode ser melhorado por ela, nem ela faz surgir algo novo. Os outros fatores evolutivos citados também não podem ser considerados fontes criadoras. Vejamos alguns poucos exemplos de seres vivos e examinemos se os fatores evolutivos em ação aleatória poderiam tê-los trazido à existência. A reprodução sexuada Conforme a teoria da evolução, a “descoberta” da reprodução sexuada seria uma condição decisiva para o desenvolvimento progressivo dos seres vivos. Através de combinações genéticas sempre novas, surgem muitas variedades, das quais as mais adaptadas ao seu ambiente sobrevivem ao processo de seleção. Duas razões, porém, eliminam esse processo na almejada tendência ascendente no desenvolvimento de uma linhagem: 1. A reprodução sexuada nem pode começar por um processo evolutivo. Ela apenas seria possível se ambos os sexos dispusessem simultaneamente de órgãos prontos e plenamente funcionais. Entretanto, na evolução, por definição, não existem estratégias planejadas ou direcionadas. Como o desenvolvimento dos órgãos necessários à reprodução poderia estender-se por milhares de gerações se os seres vivos nem conseguem se reproduzir sem esses órgãos? Mas, se um desenvolvimento lento precisa ser excluído por ser inviável, como seria possível que órgãos tão diferentes e tão complexos, que precisam combinar entre si até nos mínimos detalhes, surgissem repentinamente? Além disso, eles precisariam estar presentes juntos no mesmo lugar no momento da reprodução. 2. Ainda que admitíssemos a possibilidade da reprodução sexuada ter “caído do céu”, mesmo assim não surgiria nova informação na mistura da carga genética. Em suas muitas experiências, criadores de plantas e animais demonstraram que vacas altamente aperfeiçoadas geneticamente continuaram sendo vacas, e que o trigo jamais produziu girassóis. A chamada microevolução (mutação dentro de uma espécie) é verificável cientificamente; de uma macroevolução (mutação que ultrapasse as fronteiras das espécies) falta toda e qualquer prova. Técnica genial nos glóbulos vermelhos Em cada milímetro cúbico (1mm3 = 1μl = 1 microlitro) de sangue temos 5 milhões de glóbulos vermelhos, isto é, em uma gota de sangue eles são 150 milhões. Eles são como mini-submarinos altamente especializados que, ao invés de levarem a bordo torpedos mortais, realizam algo extremamente vital. 175.000 vezes durante seus 120 dias de vida eles são abastecidos com oxigênio, enquanto descarregam no pulmão o gás carbônico (CO2), resíduo que se forma pelo processo de oxidação. Esses minúsculos navios cargueiros são tão pequenos que conseguem ultrapassar os mais finos vasos capilares, chegando a todas as partes do corpo. A cada segundo são gerados dois milhões de novos glóbulos vermelhos, que contêm a hemoglobina (que dá a cor vermelha ao sangue), uma composição química muito notável e complexa. A hemoglobina é necessária para o transporte de oxigênio já na fase de desenvolvimento embrional. Evidentemente, até o terceiro mês as necessidades de oxigênio são diferentes do que no estágio fetal (a partir do terceiro mês), e por isso faz-se necessário um tipo distinto de hemoglobina, de composição química diferente. Pouco antes do parto, as fábricas celulares voltam a funcionar a todo vapor para realizar a alteração para hemoglobina adulta. Os três tipos de hemoglobina não poderiam ser descobertos pelo caminho evolutivo, através da experimentação, porque as outras variantes não transportariam oxigênio suficiente, o que seria fatal para o ser vivo supostamente em evolução. Mesmo que em dois estágios fosse produzida a molécula correta, isso significaria a morte certa se a molécula da terceira fase não estivesse disponível. Por três vezes a produção de hemoglobina necessita de um biomecanismo completamente diferente, que também precisa modificar completamente sua produção no momento exato. De onde vem um mecanismo tão complicado? Aqui toda e qualquer idéia de evolução falha completamente, pois em seus estágios semi-prontos, que segundo a evolução teriam conduzido a esse mecanismo tão complexo, esses seres vivos nem poderiam ter sobrevivido. Esse conceito de complexidade não-redutível também é válido para o sistema imunológico do organismo humano ou para o flagelo com que as bactérias se locomovem. Mais uma vez, vemos que os seres vivos não teriam sobrevivido em sua “jornada” até seu estágio atual se este fosse atingido por processos evolutivos. É mais razoável admitir que tudo esteve pronto desde o princípio, o que somente é possível se um Criador planejou e criou tudo funcionando plenamente desde seu começo. O vôo da tarambola-dourada A Tarambola-Dourada é um pássaro maravilhoso que nasce no Alasca. Como ali o inverno é extremamente frio, ele migra para o Havaí. Sua viagem é muito longa, pois o destino fica a 4.500 quilômetros de distância. O vôo tem de ser direto, sem escalas, uma vez que no caminho não existem ilhas para descanso, e essa ave não sabe nadar. Para seu vôo, a Tarambola-Dourada precisa de um tanque cheio de combustível na forma de 70 gramas de gordura armazenada em seu corpo. Desse total, 6,8 gramas são uma reserva para enfrentar ventos contrários. Como o pássaro tem de voar ininterruptamente por três dias e meio, noite e dia, sem parar, e precisa manter a rota com exatidão dentro das coordenadas geográficas, ele necessita de um piloto automático trabalhando com extrema exatidão. Se não encontrar as ilhas do Havaí, sua morte é certa, pois não existe qualquer outra alternativa de pouso. Se não possuísse essa porção de gordura precisamente calculada, não sobreviveria. A mutação e a seleção, nesse caso, mais uma vez são construtores incapazes. Mais plausível é admitir que a Tarambola-Dourada foi criada assim desde o começo – pronta e equipada com tudo o que precisa. O raciocínio evolucionista é útil? Como vimos nos exemplos desses seres vivos, em outras áreas também encontramos projetos altamente especializados: A baleia cachalote é um mamífero que está equipado de tal forma que pode emergir de 3.000 metros de profundidade sem morrer pela temida descompressão. Uma quantidade imensa de bactérias microscópicas em nosso trato intestinal tem motores elétricos embutidos, que podem funcionar para a frente e de marcha a ré. A sobrevivência dos seres vivos depende do funcionamento perfeito de cada um de seus órgãos (por exemplo, coração, fígado, rins). Órgãos semi-prontos, em desenvolvimento, não têm valor algum. Nesse assunto, quem pensa segundo o darwinismo deveria saber que a evolução desconhece a perspectiva de um órgão que passará a funcionar perfeitamente no futuro. O biólogo evolucionista alemão G. Osche observou acertadamente: “Seres vivos não podem, durante certas fases evolutivas, parar tudo como um empresário que fecha a firma temporariamente por causa de reformas”. A inteligência e a sabedoria expressas nas obras da Criação são simplesmente imponentes. O caminho que conduz das obras criadas até um autor criativo é mais que evidente – das obras deduz-se a existência de um Criador. Combina muito bem com nossa observação o que a Bíblia já diz em seu primeiro versículo: “No princípio, criou Deus!” Influenciada pelo darwinismo, estabeleceu-se a teologia histórico-crítica, que rejeitou o relato literal da Criação, até então considerado mensagem de Deus. Mas fazemos bem “acreditando em todas as coisas que estejam escritas” (Atos 24.14), pois “Deus não é homem, para que minta” (Números 23.19). De onde vem a informação? Na discussão científica, o argumento sempre é mais forte quando se pode aplicar as leis naturais a algum processo ou fenômeno. As leis naturais não admitem exceção. Conforme essas leis, por exemplo, o moto-contínuo, uma máquina que funciona continuamente sem receber energia, é uma máquina impossível. Hoje sabemos o que Darwin ainda não podia saber: nas células de todos os seres vivos existe uma quantidade praticamente inimaginável de informação, aglutinada na forma mais compacta que se conhece. A formação de todos os órgãos é conduzida pela informação, todos os processos nos seres vivos funcionam dirigidos por informação e a produção de todas as substâncias do corpo (por exemplo, 50.000 proteínas no corpo humano) é controlada pela informação. O sistema da evolução somente poderia funcionar se houvesse na matéria a possibilidade da informação surgir por acaso. A informação é absolutamente imprescindível, pois os projetos de todos os indivíduos e todos os processos complexos nas células ocorrem baseados na informação. Informação é uma grandeza imaterial; portanto, não é uma qualidade da matéria. As leis da natureza acerca de grandezas não-materiais, especialmente da informação, dizem que a matéria jamais pode gerar uma grandeza não-material. É evidente: informação somente pode surgir a partir de um emissor dotado de inteligência e vontade. Assim está claro: quem considera a evolução possível, acredita no “moto-contínuo” da informação, ou seja, em algo que as leis gerais da natureza mostram ser completamente impossível. Assim, acertamos o calcanhar de Aquiles da evolução, que cientificamente chega a seu FIM. [Expliquei a questão com mais detalhes em meu DVD A Origem da Vida à Luz da Informação]. De onde vem a vida? Diante de todo o barulho que se faz atualmente em torno da evolução, perguntamos: “De onde vem a vida realmente?” A evolução não tem a menor explicação para o surgimento da vida a partir da matéria morta. Stanley Miller (1930-2007), cuja experiência com a “sopa pré-biótica” (1953) é mencionada em todo livro de Biologia, admitiu depois de 40 anos que nenhuma das atuais hipóteses sobre a origem da vida consegue ser convincente. Ele classificou todas elas de “bobagens”, de “gestações mentais químicas”. O microbiologista Louis Pasteur (1822-1895) reconheceu algo fundamental: “Vida só pode vir de vida”. Apenas um pôde dizer: “Eu sou a vida” (João 14.6), e esse alguém foi Jesus Cristo. A Seu respeito está escrito em Colossenses 1.16: “Pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis”. Em João 1.3 lemos: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”. Qualquer teoria sobre o início da vida e o surgimento do mundo que não mencione Jesus como a origem e a fonte da vida é uma concepção morta, que inevitavelmente se esfacela na Rocha que é Jesus. Assim, a teoria da evolução passa a ser um dos maiores enganos da história mundial e lança milhões de pessoas no abismo da incredulidade. Infelizmente, o que muitos dos nossos contemporâneos não levam em consideração é que ao abismo da descrença segue o abismo da perdição eterna depois da morte (inferno). O dilema real na maneira de pensar de nosso mundo é que o verdadeiro Criador de todas as coisas não é honrado com manchetes, dizendo: Muito obrigado, Jesus! Muitos não sabem que Jesus Cristo nos fez uma oferta grandiosa. Ele disse: “Eu sou a Porta” (João 10.9). Ele estava se referindo à porta do céu. Quem se volta para Jesus tem a vida eterna. Dr. Werner Gitt
Nie zuvor hat eine Krankheit die ganze Welt in die Knie gezwungen wie im Frühjahr 2020, in dem das Corona-Virus das öffentliche Leben zum Stillstand brachte. Der Shutdown wurde verordnet, Veranstaltungen wurden abgesagt, Universitäten, Schulen und Kitas geschlossen. Fußballspiele fanden vor leeren Rängen statt. Gottesdienste waren verboten – das gab es noch nicht einmal in Kriegszeiten. Wir suchen nach einer Erklärung für diese Pandemie. Wer gibt sie uns?
Die grundlegende Frage, die suchende Menschen sich stellen, wird hier von Prof. Dr. Werner Gitt beantwortet. "Wie findet man den Himmel?" Auf jeden Fall nicht durch eigene Anstrengungen oder Konzepte. "Was aber bringt uns wirklich in den Himmel?" Gott hat die Einladungen für den Himmel schon verteilt wie im Gleichnis des Menschen, der zu einem großen Fest Einladungen verschickte. Doch viele Menschen redeten sich heraus. Prof. Dr. Gitt ruft dazu auf, nicht so "kurzsichtig" wie diese Leute zu sein. Jesus will uns vor der Hölle erretten und diese wird kein Vergleich zu der sogenannten "Hölle von Auschwitz" sein. Er hat am Kreuz für unsere Schuld bezahlt, wir müssen diese Einladung nur annehmen, dann ist ein Platz im Himmel "gebucht". Ein Entscheidungsgebet soll den Lesern dabei helfen. Dieses Traktat eignet sich besonders gut zur Weitergabe an suchende Menschen! Quicklink zu diesem Artikel: https://wernergitt.de/ceu Como Chegar ao Céu? Muitas pessoas evitam pensar sobre a eternidade. Isso ocorre até com as que refletem a respeito da morte. A eternidade é um assunto que costuma ser colocado de lado. Quando criança, a atriz americana Drew Barrymore representou um dos papéis principais no filme “E.T. – O Extra-Terrestre”. Com 28 anos (Drew nasceu em 1975) ela declarou: “Se eu morrer antes do meu gato, dêem-lhe minhas cinzas para comer. Assim, pelo menos vou continuar vivendo através dele”. A ingenuidade e ignorância a respeito da morte realmente são assustadoras! No tempo de Jesus muitas pessoas vinham a EIe, e quase sempre suas preocupações eram de caráter terreno: Dez leprosos queriam ser curados (Lc 17.13). Cegos queriam voltar a enxergar (Mt 9.27). Alguém precisava de ajuda numa questão de herança (Lc 12.13-14). Os fariseus vieram perguntar se deviam ou não pagar impostos ao imperador (Mt 22.17). Poucas pessoas foram falar com Jesus para saber como ir para o céu. Um jovem rico procurou-O perguntando: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Lc 18.18). Jesus disse o que eIe deveria fazer: vender tudo o que tinha e segui-Lo. Como o jovem era muito rico, não atendeu ao conselho de Jesus e perdeu a chance de entrar no céu. Também havia pessoas que nem estavam à procura do céu mas, ao terem um encontro com Jesus, aprenderam acerca da vida eterna e imediatamente aproveitaram a oportunidade. Zaqueu ansiava apenas ver Jesus, mas obteve muito mais do que esperava. No final da visita do Senhor à sua casa, Zaqueu encontrou o caminho para o céu. Jesus afirmou: “Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão” (Lc 19.9). Como alcançamos o céu? Depois do que vimos, podemos afirmar: Alcança-se o reino do céu num dia determinado. É bom saber disso, pois você, prezado leitor, também pode receber hoje a vida eterna junto a Deus. Ganhar o céu não tem relação alguma com qualquer mérito pessoal. O reino dos céus pode ser alcançado sem preparo prévio. Quando não estão baseadas no que Deus diz, nossas próprias idéias sobre como chegar ao céu são absolutamente falsas. Veja estes exemplos de conceitos errados: em uma de suas canções, uma intérprete da música popular alemã fez referência à história de um palhaço que tinha deixado o circo após muitos anos de trabalho: “Com certeza ele vai entrar no céu porque trouxe alegria para muitas pessoas”, dizia a letra. Uma senhora nobre e muito rica mandou construir um abrigo onde vinte mulheres pobres podiam viver gratuitamente. Mas ela impôs uma condição: que essas mulheres rezassem pela salvação da sua alma uma hora por dia. O que realmente nos leva para o céu? Para responder essa pergunta de maneira clara e precisa, Jesus nos contou uma parábola. No Evangelho de Lucas (14.16), EIe fala de um homem [simbolizando Deus] que preparou uma grande festa [simbolizando o céu] e mandou convidar muitas pessoas. As desculpas foram frustrantes: “todos... começaram a escusar-se. Disse o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-Io... Outro disse: Comprei cinco juntas de bois... E outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir.” Jesus encerrou a parábola com a sentença do anfitrião: “Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia” (Lc 14.24). Esse exemplo mostra que é possivel ganhar o céu ou perdê-Io. O que decide a questão é aceitar ou rejeitar o convite. Poderia existir uma maneira mais fácil? Certamente não! Muitas pessoas ficarão fora do céu não por não terem conhecido o caminho que leva até lá, mas por terem rejeitado o convite que Deus lhes fez. Não devemos seguir o exemplo dos três convidados da parábola, que deram desculpas para não comparecer à festa! Ela deixou de ser realizada por causa disso? É claro que não! Depois de ouvir as recusas de seus convidados de honra, o dono da casa mandou convites para todos. Dessa vez os convites não foram sofisticados. Os novos convidados ouviram uma convocação singela: “Venham!” Todos que aceitaram o convite tiveram lugar garantido na festa. E o que aconteceu? Os convidados apareceram? Sim, as pessoas vieram em massa! Após algum tempo, o dono da casa ficou sabendo que ainda havia lugares vazios. Então ele disse a seu servo: “Saia novamente! Continue a convidar!” Vamos comparar essa parábola à nossa vida, pois ela tem muitos paralelos com a situação em que vivemos. Ainda há lugares vazios no céu, e Deus diz a você: “Venha, e tome o seu lugar no céu! Seja sábio. Faça sua reserva para a eternidade. Faça-a ainda hoje!” O céu é de uma beleza inimaginável. Por isso, o Senhor Jesus compara-o com uma festa. A Primeira Carta aos Coríntios (2.9) diz: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” Não há nada, absolutamente nada nesta terra, que possa ser comparado ao céu, tamanha é sua beleza! De maneira alguma devemos perder a chance de ir para o céu, pois eIe é precioso demais! Alguém nos abriu a porta: foi Jesus, o Filho de Deus! É graças a EIe que temos acesso à eternidade. Agora a decisão é nossa. Só quem for ignorante como os homens da parábola deixará de aceitar o convite. A salvação acontece através do Senhor Jesus Em Atos 2.21 lemos algo muito importante: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” Essa é a verdade suprema do Novo Testamento. Quando estava na prisão em Filipos, Paulo resumiu o essencial nas poucas palavras que falou ao carcereiro: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e tua casa” (At 16.31). Essa mensagem é curta mas tem poder decisivo e transformador para quem a aceita. Naquela mesma noite o carcereiro se converteu. Do que Jesus nos salva? Precisamos saber que Jesus nos salva do caminho que acaba na perdição eterna, no inferno. A Bíblia diz que os homens viverão eternamente – ou no céu, ou no inferno. Um desses lugares é maravilhoso, o outro é horrível. Não existe um terceiro lugar. Após a morte, ninguém mais dirá que tudo acabou quando fechou seus olhos aqui na terra. Nosso destino eterno é decidido pela nossa atitude diante de Jesus. A nossa eternidade depende de uma só pessoa, Jesus Cristo – e do nosso relacionamento com EIe! Inferno de verdade Por ocasião de uma viagem de conferências pela Polônia visitamos o campo de concentração de Auschwitz. Astrocidades terríveis ocor, reram durante o Terceiro Império da Alemanha Nazista naquela local. Entre 1942 e 1944 mais de 1,6 milhões de pessoas, na maioria judeus, foram assassinadas e incineradas nas suas câmaras de gás. A literatura fala do “Inferno de Auschwitz”. Fiquei pensando sobre essa expressão quando os guias nos mostraram uma das câmaras de gás onde morriam 600 pessoas a cada vez. Auschwitz foi um horror inconcebível. Mas será que ali já era o inferno? Nosso grupo de visitantes viu somente a câmara de gás vazia, agora fora de uso, pois felizmente o terror de Auschwitz acabou em 1945. Hoje o local é aberto à visitação pública. As câmaras de gás de Auschwitz tinham caráter temporário. O inferno da Bíblia é eterno. No hall de entrada do museu de Auschwitz um desenho mostrando uma cruz com o corpo de Cristo chamou minha atenção. Com um prego, um dos prisioneiros havia riscado na parede sua mensagem de esperança no Jesus crucificado. Esse artista anônimo também morreu na câmara de gás. EIe conhecia o Salvador Jesus. O lugar onde ele morreu era horrível, mas o céu estava aberto esperando-o. Quando alguém tiver chegado ao inferno, a respeito do qual o Senhor Jesus adverte tão insistentemente no Novo Testamento (Mt 7.13; Mt 5.29-30; Mt 18.8), não haverá chance de escapar. Como o inferno é eterno – ao contrário de Auschwitz – nunca teremos a possibilidade de visitá-Io como se visita um lugar turístico, entrando e saindo quando quisermos. O inferno é para sempre. Mas o céu também é eterno. É para esse lugar que Deus quer nos levar. Por isso, aceite o convite. Invoque o nome do Senhor e faça ainda hoje sua reserva no céu! Depois de uma palestra, uma agitada senhora me questionou: “Será que é mesmo possível fazer reserva no céu? Isso parece uma agência de turismo!” Eu concordei: “Quem não faz reserva não chega lá. Se a senhora quiser ir ao Havaí, também vai precisar de uma passagem.” Ela retrucou: “Mas é preciso pagar a passagem, não é?” – “Sim, é claro! A passagem para o céu também é paga, com a diferença de que nenhum de nós tem condições de arcar com seu preço. EIe é alto demais. Nosso pecado impede que cheguemos ao céu. Deus não admite pecado no céu. Quem quiser passar a eternidade com Deus precisa ser liberto do seu pecado enquanto vive aqui na terra. Essa libertação só pode acontecer através de alguém sem pecado – e essa pessoa é Jesus Cristo. EIe é o único que pode pagar o preço. E EIe o pagou com Seu sangue, através da Sua morte na cruz.” Agora, você deve estar se perguntando: O que devo fazer para entrar no céu? Deus estende o convite de salvação a todos. Muitas passagens da Bíblia nos convidam com insistência a obedecer ao chamado de Deus: “Esforçai-vos por entrar pela porta estreita” (Lc 13.24). “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt 4.17). “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mt 7.13-14). “Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado” (1 Tm 6.12). “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa” (At 16.31). Esses são convites insistentes. Os textos bíblicos são sérios e determinados. Agimos com coerência quando respondemos ao convite de ir para o céu com uma oração mais ou menos como esta: “Senhor Jesus, acabei de ler que só posso chegar ao céu através de Ti. Quero estar contigo no céu. Por isso, salva-me do inferno, que eu mereço por causa de todos os pecados que cometi. Sei que me amas, que morreste na cruz por mim e pagaste pelos meus pecados. Tu conheces todos os meus pecados – desde a minha infância. Conheces todos os que lembro e os que já esqueci. Sabes o que move o meu coração. Sou como um livro aberto diante de Ti. Assim como sou, não posso entrar no céu. Peço-te: perdoa meus pecados. Do fundo do meu coração, lamento por tudo de errado que fiz na vida. Entra em meu coração, restaura minha vida e renova-me completamente. Dá-me forças para deixar tudo o que não é certo e transforma meu modo de viver. Ajuda-me a entender a Tua Palavra, a Bíblia. Faze-me compreender o que queres me falar e dá-me um coração obediente para que eu faça o que Te agrada. De agora em diante, serás o meu SENHOR. Quero Te seguir. Mostra-me o que devo fazer em todas as áreas da minha vida. Agradeço por ouvires e atenderes minha oração. Agradeço por ser Teu e pela certeza de um dia estar contigo no céu. Amém.” Dir. e Prof.Dr.-Eng. Werner Gitt